22/09/2016, 11:52
(Este post foi modificado pela última vez em: 22/09/2016, 12:05 por Auriflanos.)
Infelizmente o preço que passaram do Bridgestone Turanza está equivocado! Na verdade é 375,00 e não 275!
Acho que vou com Michelin Primax 3 GRNX! O que acham?
http://carroonline.terra.com.br/noticias...dos-pneus/
Após deixarmos o café alemão de lado, fomos para a pista realizar a primeira atividade: frenagem em asfalto molhado de 80 km/h a 20 km/h, avaliação na qual já foi possível perceber diferenças sensíveis entre os pneus: enquanto os Michelin Primacy 3 necessitaram de 29,8 m para reduzir a velocidade em 60 km/h no piso com baixa aderência, os Bridgestone Turanza ER300, precisaram de 35,7 m — aferidos com equipamento V-Box, similar ao usado pela CARRO em seus testes. Já o Goodyear Efficientgrip Performance e o Pirelli Cinturato P7 cumpriram a mesma avaliação em 34,8 m e 34,4 m, respectivamente.
Na frenagem de 100 km/h a 0 sobre piso seco, o quadro de resultados apresentou alterações: o Michelin Primacy 3 manteve a melhor marca com 35,4 m, mas o Bridgestone Turanza ER300, que havia exibido o pior resultado sobre pista molhada, foi o segundo melhor, com 37,4 m. Em seguida, ficou Goodyear Efficientgrip Performance, com 39 m, enquanto o Pirelli Cinturato P7 ficou com a quarta colocação, com 39,4 m.
Um dos testes mais interessantes no ATP foi o de aderência lateral em pista circular. Com os controles eletrônicos de tração e de estabilidade desligados para não mascarar o comportamento dos pneus, a atividade consistiu em realizar doze voltas na pista com raio de 42 m buscando alcançar os tempos mais baixos, mas mantendo a constância — e tentando evitar náuseas.
O modelo que decepcionou nessa situação foi o Turanza ER300, não apenas por registrar a menor capacidade de tração (evidenciado pelo maior tempo de volta), mas por ser pouco comunicativo quando no limite da aderência, além de instável nessas condições — especialmente no eixo traseiro. Os demais pneus não apresentaram tendência de perda de tração no eixo traseiro e mostraram reações consideravelmente mais previsíveis. O destaque foi para o Michelin: além de mais rápido, ele consegue “avisar” o condutor quando está próximo do seu limite de aderência.
No teste de dirigibilidade em piso seco, realizado em um circuito com 2.600 m de extensão e 13 curvas, a velocidade média registrada pelos quatro pneus ficou bastante próxima. Todavia, o comportamento do automóvel era significativamente diferente, de acordo com cada componente. O Pirelli Cinturato P7 mostrou maior tendência ao travamento das rodas nas frenagens e facilidade em perder tração nas saídas de curva, e assim, acabou registrando o pior tempo.
O Goodyear Efficientgrip Performance — o segundo mais lento no teste — agradou pela capacidade de tração nas saídas de curva e mostrou-se neutro e de dirigibilidade agradável. Michelin e Bridgestone acabaram sendo os mais rápidos, mas com respostas distintas durante a condução: o Primacy 3 mostrou respostas ágeis, mas mantendo o conforto e a comunicação ao volante.
O Turanza ER300 exibiu capacidade de tração semelhante ao do Michelin nessas condições, mas, com respostas muito imprevisíveis, principalmente no eixo traseiro — tornando-o divertido de usar em uma pista, mas menos estável para o condutor comum no uso diário.
No fim das avaliações, ficou claro que um bom pneu nesse segmento é aquele que consegue ser o mais constante nas provas, ou seja, trata-se do equipamento que apresentará a menor possibilidade de surpreender o motorista em situações adversas, seja no trânsito, seja em estradas. E nesse caso, o Michelin Primacy 3 acabou revelando-se a melhor escolha.
Acho que vou com Michelin Primax 3 GRNX! O que acham?
http://carroonline.terra.com.br/noticias...dos-pneus/
Após deixarmos o café alemão de lado, fomos para a pista realizar a primeira atividade: frenagem em asfalto molhado de 80 km/h a 20 km/h, avaliação na qual já foi possível perceber diferenças sensíveis entre os pneus: enquanto os Michelin Primacy 3 necessitaram de 29,8 m para reduzir a velocidade em 60 km/h no piso com baixa aderência, os Bridgestone Turanza ER300, precisaram de 35,7 m — aferidos com equipamento V-Box, similar ao usado pela CARRO em seus testes. Já o Goodyear Efficientgrip Performance e o Pirelli Cinturato P7 cumpriram a mesma avaliação em 34,8 m e 34,4 m, respectivamente.
Na frenagem de 100 km/h a 0 sobre piso seco, o quadro de resultados apresentou alterações: o Michelin Primacy 3 manteve a melhor marca com 35,4 m, mas o Bridgestone Turanza ER300, que havia exibido o pior resultado sobre pista molhada, foi o segundo melhor, com 37,4 m. Em seguida, ficou Goodyear Efficientgrip Performance, com 39 m, enquanto o Pirelli Cinturato P7 ficou com a quarta colocação, com 39,4 m.
Um dos testes mais interessantes no ATP foi o de aderência lateral em pista circular. Com os controles eletrônicos de tração e de estabilidade desligados para não mascarar o comportamento dos pneus, a atividade consistiu em realizar doze voltas na pista com raio de 42 m buscando alcançar os tempos mais baixos, mas mantendo a constância — e tentando evitar náuseas.
O modelo que decepcionou nessa situação foi o Turanza ER300, não apenas por registrar a menor capacidade de tração (evidenciado pelo maior tempo de volta), mas por ser pouco comunicativo quando no limite da aderência, além de instável nessas condições — especialmente no eixo traseiro. Os demais pneus não apresentaram tendência de perda de tração no eixo traseiro e mostraram reações consideravelmente mais previsíveis. O destaque foi para o Michelin: além de mais rápido, ele consegue “avisar” o condutor quando está próximo do seu limite de aderência.
No teste de dirigibilidade em piso seco, realizado em um circuito com 2.600 m de extensão e 13 curvas, a velocidade média registrada pelos quatro pneus ficou bastante próxima. Todavia, o comportamento do automóvel era significativamente diferente, de acordo com cada componente. O Pirelli Cinturato P7 mostrou maior tendência ao travamento das rodas nas frenagens e facilidade em perder tração nas saídas de curva, e assim, acabou registrando o pior tempo.
O Goodyear Efficientgrip Performance — o segundo mais lento no teste — agradou pela capacidade de tração nas saídas de curva e mostrou-se neutro e de dirigibilidade agradável. Michelin e Bridgestone acabaram sendo os mais rápidos, mas com respostas distintas durante a condução: o Primacy 3 mostrou respostas ágeis, mas mantendo o conforto e a comunicação ao volante.
O Turanza ER300 exibiu capacidade de tração semelhante ao do Michelin nessas condições, mas, com respostas muito imprevisíveis, principalmente no eixo traseiro — tornando-o divertido de usar em uma pista, mas menos estável para o condutor comum no uso diário.
No fim das avaliações, ficou claro que um bom pneu nesse segmento é aquele que consegue ser o mais constante nas provas, ou seja, trata-se do equipamento que apresentará a menor possibilidade de surpreender o motorista em situações adversas, seja no trânsito, seja em estradas. E nesse caso, o Michelin Primacy 3 acabou revelando-se a melhor escolha.


